Brasil, Holanda, Estados Unidos, México e dezenas de países ‘entraram em campo’, nesta terça-feira (13), para a disputa do maior torneio mundial de VALORANT aos universitários, o Red Bull Campus Clutch. Com disputas eletrizantes, vasta pool de agentes e táticas diferenciadas, jovens da Nova Zelândia e Eslovênia surpreenderam e desbancaram nações favoritas ao título internacional no primeiro dia de competição, no emblemático Pavilhão Pacaembu, em São Paulo, e avançaram às oitavas. Anfitriões, os brasileiros ficaram bem perto da classificação.
Com vários jogadores conhecidos das ranqueadas e do cenário profissional, a equipe composta por UrangO (Administração – Mackenzie), nand1nh0 (Análise e Desenvolvimento de Sistemas – CEUNSP), Lula Molusco (Direito – Univr), Fluyr (Engenharia Elétrica – USP) e Gbzjn (T.I – Uniasselvi) amassou África do Sul logo de cara, por 13 a 1, na Ascent. Contudo, na sequência, perdeu para a Nova Zelândia por 13 a 8, na Ascent. O terceiro game, diante da Romênia, ocorreu na Fracture, com vitória brasileira por 13 a 7 e eliminação dos adversários.
O quarto jogo foi o mais emocionante na manhã do primeiro dia. Na CT, o Brasil tinha sete rounds de vantagem pra República Tcheca. Entretanto, por conta de algumas calls, o time desconcentrou e, mesmo com vários match points, perdeu por 18 a 16 para o time que terminou a fase de grupos invicta. No último duelo, diante da Suíça, os brasileiros cumpriram o papel, venceram por 13 a 7, entretanto, não conseguiram avançar aos playoffs.
“Foi uma experiência incrível. Uma das melhores da minha vida, junto com a galera do meu time”, afirma Lula Molusco. “Nós tivemos muitos erros contra a República Tcheca, pois poderíamos ter ganhado, mas vacilamos nas decisões, nas maneiras de jogarmos os clutches e não avançamos na competição. Fica um gostinho ruim, já que dava para passar. O evento é fenomenal, a estrutura é incrível”, completa o estudante.
