Aposta da Warner Music Brasil, Lua une espiritualidade, pop e hip hop no single duplo “Nova”

13 de dezembro de 2019

Publicado por Volney Tolentino

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no Facebook
Compartilhar no twitter
Tuíte isso
Compartilhar no whatsapp
Enviar no Whatsapp

Capitaneado pelo clipe “Resiliência”, projeto tem produção musical de Papatinho.

Espiritualidade, ancestralidade e astrofísica surgem na música de Lua, artista carioca que dá os primeiros passos em uma carreira já promissora. Dona de influências que vão de elementos terrenos aos confins do universo, a cantora entrega uma lírica afiada, ao mesmo tempo moderna e primeva, original e cosmopolita unindo pop urbano e hip hop. Após se apresentar durante o Rock in Rio 2019, no stand da Warner Music Brasil, em parceria com a Mix FM, aos 20 anos, Lua lança o single duplo “Nova”, com as faixas “Resiliência” – que ganha clipe – e “Dali & Kali”, com beats do renomado produtor Papatinho (Marcelo D2, Criolo, Black Alien, Anitta, Ludmilla) via Warner Music Brasil. O trabalho está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça “Nova”: https://lnk.to/luanova

“É um sonho trabalhar com o Papatinho. Conheço o trabalho dele desde 2011 com a ConeCrewDiretoria e chegar na Papatunes e ver a gente trabalhando num som meu foi realmente algo impactante. Ele é uma referência pra mim de onde você pode chegar com seriedade e trabalho incessante”, explica a artista.

Criada na Zona Oeste carioca, Lua cresceu em meio aos conceitos de espiritualidade e energia que hoje influenciam sua música. Aos 12 anos, transcendeu o dogmatismo do centro espírita que frequentava para buscar respostas em conceitos da astrofísica, ufologia, umbanda e budismo. Nessa mesma época, passou a compor as primeiras canções.

De lá para cá, Lua se tornou uma artista sincretista, uma verdadeira cigana urbana que não dissocia sua arte da jornada espiritual que a  trouxe até aqui. “O amadurecimento musical nesses anos veio junto com o amadurecimento pessoal, com as vivências e experiências e com a minha percepção mudando. Foi um crescimento musical constante porque nunca deixou de acompanhar o meu crescimento pessoal. Como escrevo sobre o que vivo penso e sinto, tudo sempre foi profundamente integrado”, reflete.

Vinda de uma família de músicos voltados para o rock, Lua canalizou nos beats a sua inspiração. O lado eletrônico se contrapõe e, ao mesmo tempo, complementa a sua arte plural, com a influência direta de elementos esotéricos e sincréticos trazendo uma constante ligação com o orgânico. São partes de uma mesma criadora.

“Todas essas terapias holísticas e esotéricas estão envoltas no processo de autoconhecimento, cura e despertar do espírito, que me ajudaram 100% a ser quem sou hoje, ajudando a integrar e suavizar os pontos negativos e a potencializar e enriquecer os pontos positivos. Sempre fui de escrever sobre a vida, como ela flui e influi na gente, então foi um caminho paralelo que se cruzou de acordo com as minhas vivências e buscas. Acredito que ela cria um tipo de ‘filtro’ no nosso olhar que afeta todo e qualquer aspecto da nossa vida”, explica Lua.

Entre mantras e rituais, ela constrói uma ligação direta com o ouvinte para muito além do entretenimento. É uma música urbana que trilha a fina linha entre enérgica e benevolente – porém nem por isso menos consciente, engajada, crítica, feminista e liberal. Em “Resiliência”, um mantra para Ganesha surge no refrão da música.

“Conheci esse mantra bem novinha, com a mesma idade que comecei a compor e ele sempre me ajudou a passar por cada momento de dificuldade. Ele é pra dissolver obstáculos do percurso, para atrair prosperidade, clareza de mente. Foi por isso coloquei como refrão de ‘Resiliência’, vai de encontro com a mensagem da música e traz essa vibração de Ganesha pra perto”, conta Lua.

Ela é uma das apostas do hub criativo carioca MangoLab. Responsáveis por desenvolver a carreira da artista, eles são uma plataforma multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo midstream ao mainstream.

Neste que será seu cartão de visitas ao cenário nacional, a cantora e compositora mostra uma musicalidade em estado bruto, um cristal prestes a ser lapidado.

© 2020. Cebola Verde - "Versão 4.0: Cebolovers" / Developed by Mattz

DESCASCANDO!
CURRENTLY OFFLINE