Laura Petit dá tom irônico aos próprios desejos e amores em “Pelada por Esporte”

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Disco conta com participações de ‎Marina Sena (Rosa Neon) e Uyara Torrente (A Banda Mais Bonita da Cidade) e releitura de “Vou de Táxi”, versão de Angélica.

Após explorar a elegance avec decadence com olhar feminino em seu primeiro álbum, a cantora Laura Petit mergulha nas complexidades do amor moderno unindo literatura, artes plásticas e uma visão madura sobre o desejo e a paixão em seu novo trabalho, “Pelada Por Esporte”. Com produção musical de Eduardo Rozeira, o disco traz psicodelia, baião e melodrama à MPB experimental de Petit, além de uma interpretação cheia de frescor para o hit “Vou de Táxi”, versão de Angélica lançada em 1988 para “Joe le Taxi”, da cantora francesa Vanessa Paradis. “Pelada Por Esporte” já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Ouça “Pelada por Esporte”: http://smarturl.it/PeladaPorEsporte

Trazendo uma visão agridoce, bem-humorada e por vezes debochada dos afetos modernos – seja o amor por si própria, por um outro alguém ou por um lugar, Laura Petit entrega uma sinceridade desinibida, uma candura desconcertante e uma ironia cortante, embaladas por uma instrumentação tão atual quanto nostálgica. “Pelada por Esporte” conta também com participações especiais de artistas mulheres de destaque: Marina Sena (Rosa Neon) e Uyara Torrente (A Banda Mais Bonita da Cidade).

Nascida em Brasília e criada em Curitiba, Petit traz, aos 26 anos, a arte no corpo desde sempre. Bailarina da infância até a adolescência, ela utiliza a linguagem corporal da dança para evoluir sua música. Aos 19 anos, ela lançou o EP “Onde o Vento Faz a Curva” e em 2015, lotava o Teatro do Paiol, um dos principais da capital paranaense, com a tour do segundo EP “Manacá Dente Saudade”.

De lá pra cá, Laura acumulou experiência de estrada e conheceu a equipe que trabalhou no álbum de estreia. Em 2017, ela lançou “Monstera Deliciosa” com produção compartilhada entre Felipe Fernandes, Eduardo Manso e Estevão Casé. O álbum passava por hotéis antigos, elevadores modernos, histórias de infância, casamentos fracassados e até pelo velho testamento, sempre sob uma percepção livre e criativa do feminino.

“É interessante me perceber depois do ‘Monstera Deliciosa’. A princípio, quando decidi gravar um novo álbum, imaginei que pouco teria mudado desde então. Que os temas e a estética buscada seriam semelhantes e, por algum tempo, tive receio de me repetir e fazer uma segunda versão de um mesmo trabalho. Esse medo durou pouco tempo. O processo de composição deste novo disco foi diferente desde o princípio, quando outras esferas artísticas passaram a me influenciar”, explica Petit.

“Pelada por Esporte” marca um olhar diferente e fora do universo decadente da temática do álbum anterior, voltando-se para dentro. E isso já estava claro em singles como “Namorado”, “Bandalheiras” e em faixas como “Vulgar”, composição de onde parte o nome do projeto.

“O resultado desses cruzamentos são abstrações de temas que eu nem sabia que me habitavam. Além disso, me vejo mais otimista, mais alegre, mesmo quando retrato temas semelhantes aos do álbum de estreia, que era um disco mais contemplativo”, conclui a artista.

Com mixagem de Guigo Berger e masterização de Pedro Soares, “Pelada por Esporte” está disponível em todas as plataformas de música digital.

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