Dicas Cebolísticas #1: Obras sobre mulheres

Mulheres, vocês se sentem representadas?

Representatividade feminina é necessária.

Na nossa última live do Instragram, na quinta-feira, 9, tivemos uma conversa incrível com a Marina de Morais, mestre e doutora em Artes (cinema). O assunto foi “Feminismo e o cinema” e gerou conteúdos de suma importância. Um deles foi a necessidade de darmos apoio e consumir produtos que valorizem a mulher e que tenham mulheres trabalhando por trás das câmeras, como roteiristas e diretoras. Marina indicou alguns filmes e séries que foram dirigidos e/ou roterizado por mulheres:

As Sufragistas (2015)
Com direção de Sarah Gavron, a primeira dica é sobre um filme aclamado pela crítica e referência quando se trata de filmes sobre revolução feminista. Elenco: Carey Mulligan, Helena Bonham Carter, Meryl Streep.

 

Que horas ela volta? (2015)
Filme nacional sobre mulheres extremamente fortes, além de abordar assuntos de classe social. Direção: Anna Muylaert. Elenco: Regina Casé, Camila Márdila.

 

O Piano (1993)
Filme clássico com a direção de Jane Campion, mostra a independência da mulher em relação a sua afetividade. O elenco conta com Holly Hunter, Harvey Keitel.

 

Como nossos pais (2017)
Mais um filme nacional, representando toda a força da mulher em suas lutas diárias e conflitos emocionais. A direção é de Laís Bodanzky, o elenco com Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra.

 

Eu não sou um homem fácil (2018)
Uma obra reconfortante para as mulheres, com seu humor, é uma queridinha no gênero. Direção: Eléonore Pourriat. Elenco: Vincent Elbaz, Pierre Bénézit, Blanche Gardin.

 

Coisa mais linda (2019)
Série naciona quel já conquistou muitos elogios, pois é fácil se indentificar com a evolução das protagonistas. Direção: Heather Roth, Giuliano Cedroni. Elenco: Maria Casadevall, Pathy Dejesus, Fernanda Vasconcellos.

 

Lady Bird (2018)
Indicado ao Oscar de melhor filme, importante tragetória de amadurecimento e independência. Direção de Greta Gerwig, o elenco conta com: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts.

 

Para finalizar, a Marina mandou um teste para as mulheres realizarem.
O teste de Bechdel é muito utilizado para medir a representação das mulheres no cinema e outras artes como livros, HQs, etc. Ele foi criado pela cartunista Alison Bechdel, em 1985, em uma tirinha que satiriza Hollywood e sua forma de representação das personagens femininas. Para passar no teste o filme precisa cumprir os 3 critérios:

1) Ter pelo menos 2 personagens mulheres (com nomes)
2) Elas precisam conversar entre si
3) O assunto não pode ser sobre homens ou romances

No site oficial do teste é possível ver os filmes aprovados e reprovados, que está sempre atualizado: http://bechdeltest.com/?list=all

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