SMITE Tactics, o novo jogo da Hi-Rez!

Recentemente a equipe do Cebola Verde foi contatada pela Hi-Rez; eles nos perguntaram se queríamos testar o novo jogo deles, ainda em desenvolvimento, SMITE Tactics. Nossa resposta não poderia ter sido mais uníssona: CLARO!

Recebemos a key para o beta do jogo ontem, e o Tiago, foi incumbido privilegiado de ser o Beta Tester do Cebola Verde. o/

Vamos direto ao jogo então:

Logo que eu entrei no jogo recebi o “bônus diário”, similar ao que temos no Smite, mas sem as gemas dos últimos dois dias; não sei se vai ser assim, ou se é só durante o Alpha.

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Telinha de bônus diário

Coletei meus 150 de favor e fui criar um deck. Por enquanto temos as opções de escolher como líder (ainda vou explicar o que é um líder): Rá, Zeus, e Odin.

Escolhi o Rá como líder e comecei a montar o meu deck. Líder é seu personagem principal em campo, é seu “Titã”, para os familiarizados com Smite. O jogo acaba quando um dos líderes é derrotado; quem ainda tiver seu líder de pé é o vencedor.

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Lá na diagonal superior esquerda podemos ver os panteões: chinês, egípcio, grego, nórdico, e sem panteão (neutro)

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Uma coisa interessante: Rá, sendo egípcio, só pode escolher cartas egípcias ou sem panteão na montagem de seu deck

Deck pronto, fui testar o jogo contra uma AI primeiro; estava sem cartas que pudesse usar, então passei o turno, e Odin foi jogar.

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Um detalhe interessante da divindade com quem joguei, Rá pode tanto atacar quanto curar seus aliados.

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Área de ataque

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Área de cura

Não tendo mais mana para gastar, ou movimentos e ataques a realizar, só me resta apertar aquele botãozinho na direita, escrito “end turn”.

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Notem o botão de encerrar o turno na extrema direita da tela

 

No momento não vou entrar muito em detalhes sobre as cartas, habilidades de cada Divindade e afins, mas um item bem interessante que vale a pensa ser mencionado é a “Sentry Ward”, que te permite roubar uma carta aleatória do deck inimigo.

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Nesse caso acabei pegando a Freya do oponente, lembrando que ela é nórdica, não pertencendo ao deck de Rá.

Outra mecânica bem interessante do jogo é que algumas cartas, pelo que percebi as cartas de Divindades, tem uma habilidade especial, que podem banir unidades inimigas, executar, ou ainda arremessá-las.

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Observem que meu Sobek estava com sua habilidade em CD (Cooldown), ou seja, após usar, ele deve ficar alguns turnos sem poder usar ele de novo.

Finalizando a partida contra um Bot, decidi encarar um desafio maior, fui jogar contra outro jogador.

O outro jogador também estava de Rá. O jogo começou no turno dele, como podem ver.

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Primeira tentativa de X1 😛

Nesse mapa, diferentemente do primeiro em que havia jogado, tinha umas moitinhas nas laterais; o meu oponente me ajudou a demonstrar qual a utilidade delas:

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Inicialmente, como meu Rá e a Neith inimiga (Divindade invocada) estavam ambos nos arbustos, eles não possuíam finalidade alguma.

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Observem o que aconteceu quanto eu eliminei a Neith inimiga. Como podem ver lá na parte de cima, meu Líder está “invisível”, já que agora está sozinho nos arbustos, e, portanto, não pode ser atacado nem ser alvo de habilidades.

Jogo vai, jogo vem, quase ganhei do meu oponente, mas no final eu acabei entregando o jogo 🙁 Não sabia que não dava pra andar depois de atacar e fui encurralado por uma Fúria e um Basilisco; pelo menos aprendi algo a mais :P). GGWP.

Enfim, Smite Tactics tem MUITO, repito, MUITO a melhorar, mas o jogo tem uma excelente proposta, uma mistura de um clássico Tactics com um sistema de cartas que vai refrescar a memória dos saudosistas jogadores de Magic, ou até mesmo de algo mais recente, como -insira nome do jogo de cartas da empresa “Nevasca”-.

Não queria dar uma nota ainda, já que estamos jogando apena o Alpha, mas por fins de análise, Smite Tactics recebe 3.5 de 5 Cebolas. Não é uma nota ruim, é apenas uma nota que denota que ainda há melhorias a serem feitas, obviamente. O potencial do jogo é grande, e aposto que em uma próxima análise essa nota tende muito a melhorar!

O que certamente vão melhorar com futuras atualizações:

  • Corrigir bugs, claro
  • Minimizar crashes (meu jogo crashou enquanto eu montava meu deck)
  • Acrescentar novos líderes e novas cartas
  • Acrescentar novos panteões, assim como no nosso Smitinho tem
  • Aumentar a variedade de cenários e talvez até de modos

Digam o que acharam dessa breve análise, mais um “First Look”, ou Primeira impressão. Por favor, sugestões e críticas construtivas são sempre bem-vindas. Opinem se querem saber mais sobre os outros líderes, sobre outras cartas, etc

– Escrito por Tiago Lucas Tadeu

Volney Tolentino

Designer Gráfico, Editor, Técnico de Mecânica Industrial, Nerd, Geek, Hipster Incubado, Fundador da Wing_Storm Entertainment, Protestante, Torcedor do New England Patriots, Los Angeles Lakers e Clube de Regatas do Flamengo e Dono na Thyskens Productions.

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