Star Wars: Os Últimos Jedi | Crítica

Análise sobre o segundo filme da nova saga Star Wars, Star Wars: Os Últimos Jedi da Lucasfilm pela Walt Disney, aqui no site Cebola Verde. Confira a ficha técnica da trama cinematográfica:

Nome: Star Wars: Os Últimos Jedi (Star Wars VIII: The Last Jedi)

Estreia: 14 de dezembro de 2017 (Brasil) – 2h 32min

Direção: Rian Johnson

Elenco: Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Mark Hamill, Carrie Fisher, Kelly Marie Tran, Lupita Nyong’o, Billie Lourd, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie, Andy Serkis e Benicio del Toro

Distribuidora: Disney / Buena Vista


Lançado quatro décadas depois de Star Wars: A Nova Esperança (1977), um filme que revolucionou o campo nerd e geek, Star Wars: Os Últimos Jedi chega aos cinemas com uma proposta um tanto quanto ousada do diretor Rian Johnson. Elementos essenciais da primeira trilogia foram bastante alteradas e a premissa de “lado negro” e “lado claro” pôde ter sido alterada a partir deste filme! A princípio, o lançamento do filme seria em 26 de maio de 2017, mas diante do sucesso de Star Wars: O Despertar da Força (2015), a estreia foi transferida para dezembro de 2017.

É também um dos filmes mais longos de toda saga, mesmo parecido com a ideia do segundo filme da primeira trilogia – Star Wars: Império Contra-Ataca (1980) – que faz com que a Primeira Ordem tenha muito mais benefícios contra os Rebeldes. A todo momento temos a sensação que a Aliança Rebelde irá se dar mal e cair diante dos malfeitores. Entretanto, fica só na ideia mesmo, porque na prática é bastante diferente da própria “fórmula Star Wars” e isso fez com que eu ficasse confuso em certos momentos. E aplausos para o diretor Johnson que teve a incrível coragem de mudar diversas coisas, deixando fãs felizes e tristes ao mesmo tempo.

Mas vamos lá, ainda temos os nossos novos três personagens principais que foram apresentados em Star Wars: O Despertar da Força, Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac). Os três têm suas propriedades em específico muito bem casadas no filme e todas as teorias, que foram criadas pelos fãs sobre eles, acabaram. E não só deles, mas de outras personagens também. Talvez seja por isso a petição criada ou algo do gênero, mas que me agrada e muito, ter a famosa diferença. Outrem, a ideologia política também foi mais escancarada, entre “direita vs esquerda”, as posições de cada uma vocês decidem. Como foi o pensamento dos primeiros filmes, uma cornetada à guerra fria.

Você também já sabe o que esperar da edição, efeitos especiais e trilha sonora do filme. Tudo é entregue do mesmo jeito: perfeição! A Disney faz isso muito bem junto a Lucasfilm, todos os mínimos detalhes são renderizados e criados com deveras propriedades, com o máximo de potência. O épico sonoro vai de encontro com as batalhas estrelares e até mesmo dentro de cada planeta. Vale salientar que, planos de diferentes ângulos fazem a trama ficar ainda mais dinâmica. E para finalizar, boas atuações de atores que o público já conhece.

Diante dos fatos supracitados, Star Wars: Os Últimos Jedi tem a inovação ao seu favor, mesmo que fique diferente aos antigos. É chato ficar vendo a mesma coisa sempre, por que não mudar? O filme abre alguns leques de possibilidades para o seu sucessor, mas também detona muita coisa do passado. Não ache que é 100% novo, pois há muita situação nostálgica no filme que irá agradar todos; os novos não entenderão por completo, mas valerá muito a pena ver e ter a completa noção que algo de mais surpreendente poderá acontecer.

Volney Tolentino

Designer Gráfico, Editor, Técnico de Mecânica Industrial, Nerd, Geek, Hipster Incubado, Fundador da Wing_Storm Entertainment, Protestante, Torcedor do New England Patriots, Los Angeles Lakers e Clube de Regatas do Flamengo e Dono na Thyskens Productions.

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