Pedro Coelho | Crítica

Análise sobre a trama cinematográfica de Pedro Coelho da Sony Pictures, aqui no site Cebola Verde. Confira a ficha técnica do filme:

Nome: Pedro Coelho.

Estreia: 22 de Março de 2018.

Direção: Will Gluck.

Elenco:  Rose Byrne, Domhnall Gleeson, Sam Neill e Marianne Jean-Baptiste.

Distribuidora: Sony Pictures.


De um livro infantil britânico, “The Tale of Peter Rabbit“, de Beatrix Potter, temos a inspiração de Pedro Coelho, onde conta a história do livro um pouco diferente, porém com os mesmos personagens. A trama conta as aventuras do jovem coelho que, além de “roubar” a horta do velho McGregor (Sam Neill), deposita a sua falta de uma figura paterna e materna na humana, Bea (Rose Byrne), que tanto acolhe ele e suas irmãs, quase é roubada pelo herdeiro de McGregor, Thomas (Domhnall Gleeson). Desde o aparecimento de Thomas trava-se então uma guerra entre o humano e os coelhos, disputando os vegetais e Bea.

Como mais um roteiro bem clichê, envolve sempre os mesmos acontecimentos da mesma forma, nada de novo por aqui, podendo ser comparado até com Os Smurfs e similares, deixando seu roteiro um pouco fraco. As animações em geral são muito bem feitas, com ótimas texturas e movimentos bem fluidos e cores bem vivas e variadas, principalmente nas cenas, afim de remeter ao livro, se tornam desenhadas, aparentando ser uma história de livro infantil mesmo. As atuações são bem legais, principalmente de Domhnall que passou bem a imagem de maluco, perfeccionista e controlador. A trilha sonora repleta de músicas conhecidas não deixa a desejar se tornando bem agradável.

O filme é divertido, com piadas super engraçadas e bem encaixadas, ótimo filme para se assistir com a família (Tanto que é um dos gêneros né, haha). Tem muita pegada de Sessão da tarde, não irá surpreender quando estiver na telinha.

Yan Dantas

Crítico iniciante, amante de jogos em geral, 17 e carioca.

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