Malévola: Dona do Mal | Crítica

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Análise sobre o filme “Malévola: Dona do Mal”, da Walt Disney Pictures (convite da Disney Pictures BR), aqui no site Cebola Verde. Confira a ficha técnica da trama cinematográfica:

Nome: Malévola: Dona do Mal (Maleficent: Mistress of Evil)

Estreia: 17 de outubro de 2019 (Brasil) – 1h 59min

Direção: Joachim Rønning

Elenco:  Angelina Jolie, Elle Fanning, Harris Dickinson, Michelle Pfeiffer, Sam Riley, Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Imelda Staunton

Gênero: Fantasia e Aventura

Distribuidora: Disney | Buena Vista


Lembro-me de quando o filme da Malévola foi anunciado; De todos os rumores que se passavam nos bastidores, lembro-me da agitação que foi quando o primeiro trailer foi lançado. Em seguida, do fenômeno que o primeiro filme foi, a sua importância nessa nova levada de liveactions da Disney. O primeiro filme não ficou conhecido pela sua qualidade narrativa, mas com um design de produção que enchia os olhos do público, um elenco cativante e a proposta de revisitar uma das histórias preferidas de muita gente sob uma nova perspectiva. Ele foi ganhando o coração do público, que depois de 5 anos, ganharia uma sequência que parece pegar os mesmos elementos e potencializar, tanto para o bem quanto para o mal.

Se o primeiro tinha lindos figurinos, o segundo nos deixa deslumbrados a cada troca de roupa da personagem principal. Se o primeiro tinha um elenco bom, porém subaproveitado, o segundo traz um nome de peso como Michelle Pfeiffer para interpretar uma das personagens mais rasas que já vi nos últimos tempos.

Tudo nessa narrativa parece uma bagunça. O roteiro nem tenta esconder sua preguiça, pois vários diálogos causam vergonha alheia de tal forma que me sentia vendo um filme de qualidade extremamente duvidosa na TV quando criança. A todo momento do filme me peguei pensando: “Mas isso não faz o menor sentido!”, “Quando isso foi estabelecido?”, “Mas por que ela fez isso?”, e as respostas eram sempre porque o roteiro quis ir de um ponto a outro.

Por mais que a narrativa não coopere, foi muito interessante ver como a mitologia se expande ao contar uma origem para Malévola, ainda que algumas coisas fiquem sem respostas, e Angelina Jolie repete o carisma que deu à personagem no primeiro filme, outrossim está ainda mais deslumbrante no papel. Entretanto, o destaque desta vez foi para a Elle Fanning, que no primeiro longa não obteve tanto espaço, porém, nessa continuação, ela ganhou o meu coração e do público a minha volta.

Mesmo com o visual de encher os olhos, a sequência tenta demais repetir o primeiro longa e acaba repetindo também os seus erros. Utiliza-se de um roteiro nada coerente, pouco envolvente e sem peso para mostrar sequências pouco inspiradas com personagens unidimensionais e alguns até inúteis. Apesar de tudo, o longa possui bons momentos e talvez agrade mais ao público infantil, que ficará encantado com uma sequência longa de batalha extremamente colorida.

Notas
  • Atuação
  • Direção
  • Edição
  • Efeitos Especiais
  • Roteiro
  • Trilha Sonora
2.5

Sinopse

Cinco anos após Aurora (Elle Fanning) despertar do sono profundo, a agora rainha dos Moors é pedida em casamento pelo príncipe Phillip (Harris Dickinson). Ela aceita o pedido e, com isso, parte rumo ao reino de Ulstead ao lado de Malévola (Angelina Jolie), no intuito de conhecer seus futuros sogros, John (Robert Lindsay) e Ingrith (Michelle Pfeiffer). O jantar entre eles deveria ser de celebração entre os reinos, mas os interesses de Ingrith vêm à tona quando é criado um atrito com Malévola e os demais seres mágicos.

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